segunda-feira, 27 de abril de 2020
sábado, 28 de dezembro de 2019
POLÍTICA E SEUS CONCEITOS
Tenho observado que muitas pessoas não dialogam, impõem seus pontos de vistas, com frequência sem fundamentação.
Não conseguem ouvir a segunda frase do potencial interlocutor.
Quando o tema é política( geralmente não sabem distinguir: Política = Ciência e arte da Administração Justa; Política partidária = organização dos partidos no regime democrático e exercício desse Poder nas áreas legislativa e executiva e política = exercício da cidadania.
O que vemos é uma acirrada torcida pela esquerda ou pela direita, tipo torcida organizada de times de futebol.
Todavia... faz parte do processo de alfabetização Política dos cidadãos.
Não conseguem ouvir a segunda frase do potencial interlocutor.
Quando o tema é política( geralmente não sabem distinguir: Política = Ciência e arte da Administração Justa; Política partidária = organização dos partidos no regime democrático e exercício desse Poder nas áreas legislativa e executiva e política = exercício da cidadania.
O que vemos é uma acirrada torcida pela esquerda ou pela direita, tipo torcida organizada de times de futebol.
Todavia... faz parte do processo de alfabetização Política dos cidadãos.
sexta-feira, 15 de março de 2019
ESPÍRITA E A OPINIÃO ESPÍRITA
Sem conhecer: Das Leis Morais, Parte Terceira de O livro dos Espíritos,
de Allan Kardec, não se conhece os fundamentos Éticos do Espiritismo.
Pode se ter opiniões e "palpites". Aylton Paiva.
Nestes tempos difíceis, em que a violência, a desinformação, o fanatismo conflitam as pessoas é necessário que o espírita tenha conhecimento da Ética Espírita para analisar esse panorama com serenidade e bom senso .
Principalmente nas redes sociais é preciso saber o que postar para que a mensagem seja sempre de esclarecimento, paz e harmonia.
Não é coerente para o espírita e cristão se radicalizar pela direita ou pela esquerda, por esse ou aquele líder político.
Se quer ter opinião fundamentada na Doutrina Espírita é indispensável o estudo de O livro dos Espíritos, 3ª Parte: Das Leis Morais.
Nestes tempos difíceis, em que a violência, a desinformação, o fanatismo conflitam as pessoas é necessário que o espírita tenha conhecimento da Ética Espírita para analisar esse panorama com serenidade e bom senso .
Principalmente nas redes sociais é preciso saber o que postar para que a mensagem seja sempre de esclarecimento, paz e harmonia.
Não é coerente para o espírita e cristão se radicalizar pela direita ou pela esquerda, por esse ou aquele líder político.
Se quer ter opinião fundamentada na Doutrina Espírita é indispensável o estudo de O livro dos Espíritos, 3ª Parte: Das Leis Morais.
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
ESCOLHA DE CANDIDATOS PARA A ELEIÇÃO
ESCOLHA DE CANDIDATOS PARA A ELEIÇÃO
Porque, no mundo tão amiúde, a
influência dos maus sobrepuja a dos bons?
-
Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos.
Quando estes o quiserem, preponderarão. (O Livro dos espíritos, questão nº
932).
Como cidadãos e espíritas estamos sendo convocados à
participação muito importante na sociedade.
Após análise deveremos escolher pessoas que estão pleiteando cargos para composição dos
Poderes Legislativo e Executivo: deputados, governadores de Estado, deputados
federais, senadores e presidente da república.
Esses poderes são fundamentais para o estado de direito
democrático.
É um momento de
grande responsabilidade pessoal e coletiva.
Na prática o momento se torna tenso e profundamente emocional, pessoas escolhem
candidatos com base na simpatia ou na ideologia. Poucas fundamentam suas
decisões em base de conhecimento real da potencialidade do escolhido para
exercer o cargo com responsabilidade, competência, honestidade e dignidade.
Estamos vivendo um
momento cívico muito significativo.
Individual e
coletivamente poderemos agir para a constituição de dois Poderes da República:
o Parlamento e o Executivo, elegendo pessoas que julgamos poderão exercer os
cargos de deputados estaduais, governador,
e vice governador, deputados federais, senadores e presidente e
vice-presidente da República.
Então devemos pensar e analisar a capacidade e competência
dos candidatos para exercerem esses cargos.
É hora de conversar a
respeito e mesmo dar opiniões sobre os candidatos.
Pensemos bem
apresentar opiniões e não impor idéias e pessoas já escolhidas como
salvadores da Pátria.
Nos comentários
individualmente ou pelas redes sociais é indispensável agir com educação e respeito ao próximo.
Ao falar sobre os candidatos deveremos mostrar suas
qualidades e defeitos, baseados em fatos, de maneira respeitosa, tanto aos candidatos quanto à pessoa com quem dialogamos, seja presencialmente como pelas redes sociais.
Fanatismo e autoritarismo
nada constroem de bom, apenas revelam desequilíbrio emocional.
Amar a Pátria, neste momento, é escolher em quem votar, pela
razão, e com o desejo que a pessoa, de fato, tenha as condições de ser útil à
sociedade brasileira, agindo para o Bem comum.
O voto
deve ser manifestação de amor à
coletividade!
Então se quisermos
manifestar opiniões e preferências partidárias é preciso que essas
opiniões passem pelo crivo de valores do cristianismo e do espiritismo, tanto
de candidatos a cargos político-partidários,quanto o programa dos próprios
partidos.
Por exemplo: o apoio
a um candidato ou partido, de esquerda,
centro ou direita, que seja favorável à pena de morte, ao aborto não previsto em
lei, armamento de cidadãos, eutanásia, liberação de drogas causadoras de
dependência, etc. será incoerente com os princípios cristãos e
espíritas, como incoerente será a pessoa que se diz espírita e apóia essas
atitudes.
“Aprimorar-se-á algum
dia a civilização de modo a fazer que desapareçam os males que haja produzido?
- Sim, quando o moral estiver tão
desenvolvido quanto a inteligência. O fruto não pode surgir antes da flor.” ( O
Livro dos espíritos, questão nº 791)
Há que se pensar e
agir no progresso da sociedade humana, vivenciando
as Éticas Cristã e Espírita.
Façamos do voto exercício de
racionalidade e Amor!
domingo, 2 de setembro de 2018
VULTOS ESPÍRITA DESENCARNADOS COM ATUAÇÃO NA POLÍTICA
Antonio Cesar Perri de Carvalho (*)
Como desdobramento de artigo que publicamos no jornal Dirigente
espírita1 elaboramos uma relação de alguns vultos, já desencarnados,
que foram líderes políticos de projeção municipal, estadual e nacional, e
mantiveram vinculação com ações espíritas. Evidentemente que não é completa,
sendo mais voltada para o momento e o local da mesa redonda “Espiritismo e
Política”2:
Adolfo Bezerra de Menezes (1831-1900), como político atuou na
Capital Imperial, deputado junto à Assembléia Nacional do Império, Presidente
da Câmara de Vereadores acumulando o
exercício do Poder Executivo Municipal do Rio de Janeiro; lutou pela
emancipação dos escravos negros, através de projeto
de lei, procurou regulamentar o trabalho doméstico, visando conceder a essa
categoria, inclusive, o aviso prévio de 30 dias; denunciou os perigos da poluição; atuou em
empresas governamentais; foi presidente da FEB em dois períodos, autor de
livros espíritas.
Francisco Leite de Bittencourt Sampaio (1834-1895), como
político atuou na Capital Imperial, deputado junto
à Assembléia Nacional do Império, presidente
da província do Espírito Santo; um dos fundadores do Partido Republicano; foi o primeiro
diretor da Biblioteca
Nacional em seguida à proclamação da
República; um dos fundadores de centros espíritas pioneiros na cidade do Rio
de Janeiro; autor de livro espírita e de letras de canções musicadas por
Carlos Gomes.
Eurípedes Barsanulfo (1880-1918) foi vereador em
Sacramento (MG), fundador do Colégio Allan Kardec, de centro e de farmácia;
atuou como médium.
Guilherme Taylor March (1838-1922) foi vereador e
Presidente da Câmara de Vereadores acumulando o
exercício do Poder Executivo Municipal de Niterói (RJ); dedicou-se ao
atendimento médico da população, especificamente com a prática da homeopatia,
sendo chamado o “pai dos pobres”; era espírita declarado.
Aristídes de Souza Spínola (1850-1925), como político foi deputado provincial pela Bahia
e depois atuou na Capital Imperial, deputado junto
à Assembléia Nacional do Império; abolicionista; e com um mandato de deputado no período republicano; presidente da província de Goiás; foi
presidente da FEB.
Cairbar de Souza Schutel (1868-1938) foi vereador e o
primeiro prefeito de Matão (SP), no ano de 1898; fundou o Centro Espírita
Amantes da Pobreza, o jornal O Clarim, a Revista Internacional de
Espiritismo e é autor de vários livros. Em pleno período de exceção do
governo Vargas insere-se na “Campanha Pró-Liberdade de Consciência” e na
“Coligação Pró-Estado Leigo”.
Camilo Rodrigues Chaves (1884-1955) foi vereador, deputado e senador do antigo Congresso Mineiro (em
Constituição antiga previa-se o sistema bicameral nos Estados); presidente da
União Espírita Mineira e autor de livro espírita.
Romeu de Campos Vergal (1903-1980), originário da
pioneira União da Mocidade Espírita de São Paulo, foi deputado junto à Assembléia Constituinte de São Paulo, deputado
federal por várias legislaturas, lutou pelo projeto “O Petróleo é Nosso”, foi
líder partidário na Câmara dos Deputados; atuou na União Federativa Espírita
Paulista, na Liga Espírita do Estado de São Paulo, dirigente da Sociedade Rádio Piratininga-PRH-3, a qual
lançava ao ar diariamente o "Programa Radiofônico Espírita Evangélico do
Brasil", atuou em instituições espíritas de Serra Negra (SP); autor de
livros espíritas.
Francisco Carlos de Castro Neves (1914-1974), deputado junto à Assembléia Constituinte de São Paulo; deputado
federal; presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos
(CMTC); secretário de Governo do Estado de São Paulo e também ministro
do Trabalho e Previdência Social, nas gestões de Jânio Quadros, como prefeito
(1ª. gestão), governador e presidente da República; foi o 2º. presidente da
União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE-SP).
Emílio Manso Vieira (1915-1978), foi vereador em São
Paulo, foi ligado à União Federativa Espírita Paulista, à FEESP e à USE-SP;
autor de livros espíritas.
Eurípedes de Castro (1920-1974). Em 3 de outubro de 1952, Eurípedes de Castro, representando a entidade
União Evolucionista Cristã, se dirigiu a Pedro Leopoldo, Minas Gerais, com o
objetivo de saber, por meio de Chico Xavier, a opinião de Emmanuel a respeito
da participação dos espíritas na política, tendo recebido uma mensagem.
Foi deputado estadual em São Paulo; ligado a centros e atuou no Conselho
Deliberativo Estadual da USE-SP.
José de Freitas Nobre (1921-1990), vice-prefeito e vereador da cidade de São Paulo; deputado
federal em várias legislaturas; na Câmara dos Deputados foi líder partidário
e da oposição ao regime militar; um dos fundadores de centro espírita e do
jornal Folha Espírita; apoiou a fundação da Associação Médico Espírita
de São Paulo; amigo pessoal de Chico Xavier; coordenou a Comissão
Pró-Indicação de Chico Xavier ao Prêmio Nobel da Paz, em 1981; autor de obras
espíritas.
Jorge Cauhy Júnior (1924-2005), Deputado Distrital no
Distrito Federal, fundador do Lar dos Velhinhos Maria Madalena, no Núcleo
Bandeirante, em Brasília.
Alberto Calvo (1928-2013) foi vereador e deputado
estadual em São Paulo; sub-prefeito do bairro Casa Verde; ligado a centros,
entidades assistenciais, Rádio Boa Nova e à USE-SP.
Nossa gratidão pelo esforço e dedicação, e, homenagens aos vultos
citados. Com certeza representam muitos outros cidadãos de várias partes do
Brasil.
Citações:
1) Carvalho, Antonio Cesar Perri. O movimento espírita e a política. Dirigente
espírita, USE-SP. Ano 28. N.166. P. 6. São Paulo, julho-agosto de 2018.
2) Texto
apresentado durante a Mesa Redonda Espiritismo e Política, realizada na
Câmara Municipal de São Paulo no dia 4 de agosto de 2018: http://grupochicoxavier.com.br/mesa-redonda-espiritismo-e-politica-e-manifesto-espiritas-na-politica/
(*) Ex-presidente da USE-SP e
da FEB.
Transcrito de:
Revista Internacional de
Espiritismo. Ano
XCIII. No. 8. Setembro de 2018.
|
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
VISÃO ESPÍRITA DA POLÍTICA
Nesta hora de
efervescência política, política partidária e "politicalha" para que
não percamos o rumo do certo, do verdadeiro, do justo, do solidário é
importante que consultemos as páginas de O livro dos espíritos, codificado por
Allan Kardec, em sua terceira parte: A Leis Morais, especialmente os capítulos:
Lei da sociedade e Lei da Justiça, do Amor e da Caridade.
Também importante a
leitura do livro Obras Póstumas, composto de pensamentos e estudos de Allan
Kardec, especialmente o capítulo As Aristocracias.
Quem se interessar um
pouco mais poderá ler nossas reflexões a respeito no livro Espiritismo e
Política: contribuições para a evolução do ser e da sociedade, editado pela
Federação Espírita Brasileira – FEB.
sábado, 19 de maio de 2018
DA ASSISTÊNCIA SOCIAL À AÇÃO SOCIAL
No desenvolvimento das atividades para a ajuda e amparo às pessoas necessitadas ou carentes, ao longo do tempo, tem sido desenvolvidas várias etapas, de conformidade com o conhecimento da época. Essas etapas ocorreram ao longo do tempo, como também, ocorrem ainda hoje.
Assim, didaticamente, poderemos definir
essas etapas:
a) - ESMOLA:
Consiste na
doação pura e simples de algo material que socorra o necessitado em suas
fundamentais carências: roupa, comida, dinheiro e outros objetos.
"Que
se deve pensar da esmola?".
-
Condenando-se a pedir esmola, o homem se degrada física e moralmente:
embrutece-se. Uma sociedade que se baseie na lei de Deus e na justiça deve
prover à vida do fraco, sem que haja para ele humilhação.". (Questão nº
888 de O Livro dos Espíritos).
b) - ASSISTÊNCIA SOCIAL:
É o procedimento para atender as pessoas
carentes em suas necessidades materiais,
de uma forma um pouco mais abrangente, com roupa e comida, dinheiro para ajudar
pagar o aluguel, etc. No entanto, nessa fase, não há providências para que a
pessoa seja orientada a melhorar a sua situação social, econômica e até mesmo
espiritual.
" Numa sociedade organizada segundo a
lei do cristo, ninguém deve morrer de fome. (questão nº 930 de o livro dos
espíritos).
- com uma organização social criteriosa e
previdente, ao homem só por sua culpa pode faltar o necessário. Porém, suas
próprias faltas são frequentemente resultados do meio onde se acha colocado.
Quando praticar a lei de Deus, terá uma ordem social fundada na justiça e na
solidariedade e ele próprio será melhor". (Comentário de Allan
Kardec).
c) - ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL:
Essa forma de
atendimento é mais abrangente, não só em sua forma de socorro às carências materiais,
mas, também, quanto ao acompanhamento e orientação no processo de promoção da
pessoa ou, mesmo, da família que se encontra desestruturada. Os procedimentos
dessa fase estão bem sintetizados no aforismo chinês: “Não se deve apenas dar o
peixe, é preciso, também, ensinar a pescar”, ou seja, não basta apenas
assistir, prover, mas, sobretudo, promover a pessoa, a família ou a comunidade
onde ela está inserida. Nessa fase tem trabalhado o Serviço Social, inclusive
no aspecto profissional. Também, nessa fase tem procurado agir as instituições
espíritas melhor preparadas.
" Quando bem compreendido, se houver
identificado com os costumes e as crenças, o espiritismo transformará os
hábitos, os usos, as relações sociais.
(Questão Nº 917 De O Livro Dos Espíritos).
d) -
AÇÃO SOCIAL:
É um
procedimento que não se limita apenas a constatar a miséria, a desestrutura da
família, o desemprego, a injustiça social, mas procura detectar as causas e
desenvolver ações que possam melhorar ou minorar tais desajustes sócio-econômico-sociais
e espirituais. Nessa área é que estão agindo, atualmente, grande parte das ONGs
( Organizações Não Governamentais ), sérias e honestas.
O Movimento
Espírita vem atuando ao longo dos anos, dentro do possível, com competência nas
fases anteriores.
Com fundamento
na Parte 3a. – Das Leis Morais – de O Livro dos Espíritos, de Allan
Kardec, o Movimento Espírita tem as diretrizes seguras para atuar na Ação
Social Espírita. Esta ação social espírita deve se manifestar através da ação
do espírita, de forma consciente e adequada, na transformação e melhoria das
instituições sociais, conforme o esclarecimento dos Mentores Espirituais:
“Em que consiste a missão dos Espíritos
encarnados? – Em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes
melhorar as instituições por meios diretos e materiais.” ( Questão no. 573
de O Livro dos Espíritos ).
Assim, é necessário que os espíritas com o
conhecimento dos fundamentos sociais
contidos nas obras básicas, principalmente em O Livro dos Espíritos, A
Gênese e Obras Póstumas, de Allan Kardec tenham capacidade para, “como
espíritas”, agirem onde e quando lhes
seja possível, principalmente nas instituições ou agências sociais que possam
melhorar as condições da sociedade, pois como advertiram os Espíritos: “Numa sociedade organizada segundo a lei do
Cristo, ninguém deve morrer de fome” ( Questão no. 930 ).
Assim comentou
Kardec: “Com uma organização social
criteriosa e previdente, ao homem só por culpa sua pode faltar o necessário.
Porém, suas próprias faltas são freqüentemente resultado do meio onde se acha
colocado. Quando praticar a lei de Deus, terá uma ordem social fundada na
justiça e na solidariedade e ele próprio será melhor”.
A
partir destas reflexões, o espírita precisa ter consciência de que para servir
a pessoa e a sociedade não pode desconhecer essa ação social que se manifesta
em múltiplas áreas: social, econômica, legislativa, jurídica, administrativa,
educacional, empresarial e cultural devem
ajudar o homem e a sociedade a realizarem o bem comum e o processo evolutivo
individual e coletivo.
Essa
ação social, sociologicamente é uma ação política, embora não necessariamente
político-partidária.
Acreditamos
que essas fases ou etapas não se sucedem de forma cronológica e nem se excluem,
mas a atuação em cada uma delas depende do grau de conscientização do agente e
também dos recursos humanos e financeiros disponíveis.
Aylton Paiva – paiva.aylton@terra.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)